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Assistência técnica com estratégia: o que realmente transforma a base produtora
Há muito se fala sobre assistência técnica na cadeia do leite. Mas o que separa ações pontuais de programas realmente transformadores é a intenção estratégica por trás da execução.
Oferecer assistência não é apenas “ajudar o produtor” é criar um sistema produtivo mais eficiente, mais rentável e alinhado aos objetivos da indústria.
Quando bem estruturada, a assistência técnica:
- Reduz perdas silenciosas (como falhas de ordenha, manejo reprodutivo ou nutrição desequilibrada);
- Melhora os principais indicadores zootécnicos e sanitários da fazenda;
- Promove aumento de produtividade e qualidade do leite;
- Fideliza o produtor com vínculo técnico e reconhecimento.
É exatamente esse modelo que a Cia do Leite aplica nos programas de ATeG (Assistência Técnica e Gerencial), com foco em produtividade, gestão e qualidade. Os técnicos atuam lado a lado com o produtor, monitoram indicadores, traçam metas, capacitam a equipe da fazenda e constroem resultados consistentes. E quando essa atuação é viabilizada com o apoio do PMLS, os ganhos se multiplicam: o laticínio investe com retorno garantido (via crédito presumido), o produtor cresce, e a relação entre ambos se fortalece.
Mais do que fornecer leite, o produtor passa a entregar resultado. E o laticínio deixa de ser apenas um comprador, tornando-se um parceiro estratégico no campo.
Se sua indústria ainda não usa o PMLS para profissionalizar sua base fornecedora, é hora de rever essa decisão. A assistência técnica é o elo mais eficiente entre o investimento e o retorno — e o programa existe justamente para viabilizar isso.