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PQFL além da obrigatoriedade: o que muda quando o laticínio lidera o processo
Desde 2019, o setor lácteo brasileiro convive com as exigências da Instrução Normativa 77. Dentro desse novo cenário regulatório, nasceu o PQFL, Plano de Qualificação de Fornecedores de Leite, iniciativa do Ministério da Agricultura que obriga os laticínios a criarem, implementarem e manterem um plano formal de apoio técnico aos seus produtores.
Na prática, o que isso quer dizer?
Que agora o laticínio é oficialmente corresponsável pela qualidade do leite que recebe. E que sua função não se encerra mais no tanque, ela começa no curral.
O problema é que, para muitos, o PQFL ainda é visto apenas como mais uma exigência burocrática. Um documento a ser preenchido para cumprir tabela, arquivado em uma pasta e apresentado apenas em caso de auditoria. Só que quem enxerga o PQFL dessa forma, perde o real potencial da proposta. O verdadeiro impacto do PQFL acontece quando ele deixa de ser um papel e se torna uma estratégia de gestão da base fornecedora. E quem entende isso, já está colhendo os frutos.
O laticínio que lidera o processo de implantação com visão estratégica:
- Mapeia de forma inteligente seus produtores;
- Diagnostica gargalos de qualidade, produtividade e boas práticas;
- Define metas claras para evolução individual e coletiva;
- Ganha previsibilidade sobre a qualidade da matéria-prima;
- Reduz perdas na indústria e custos logísticos;
- Fideliza quem realmente vale a pena manter na base.
O PQFL não é mais uma escolha, mas a forma como ele é conduzido, sim.
Trata-se de uma oportunidade concreta de fortalecer a cadeia, posicionar o laticínio como referência em qualidade e, principalmente, elevar o padrão técnico dos produtores com uma atuação contínua, estruturada e mensurável.
Você quer apenas cumprir a norma ou transformar o PQFL em vantagem competitiva?
Essa escolha está nas mãos da indústria.