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Qualidade do leite como processo contínuo, o papel estratégico do laticínio na consolidação de padrões
Uma vez que os padrões mínimos exigidos pela IN 76 e 77 começam a ser atingidos, surge a pergunta que diferencia laticínios medianos de laticínios estratégicos:
o que vem depois da conformidade?
O cumprimento da legislação é o ponto de partida, não o ponto de chegada. Os laticínios que enxergam a qualidade do leite como um diferencial competitivo sabem que a consistência dos resultados precisa ser construída ao longo do tempo, com processos bem definidos, monitoramento permanente e relacionamento técnico próximo com os produtores.
Neste estágio, o foco deixa de ser apenas “baixar a CCS” ou “adequar a CPP” e passa a ser a estabilização da curva de qualidade. Isso significa reduzir a variabilidade, corrigir falhas antes que virem não conformidades e ter previsibilidade sobre o leite que entra diariamente na indústria.
E qual é o caminho para isso? Três pilares se mostram fundamentais:
Padronização de condutas na base produtora (por meio de assistência técnica estruturada);
Gestão por indicadores com apoio da tecnologia, como fazem os laticínios que utilizam plataformas como o Evomilk e ferramentas de ordenhabilidade como o MilkSat;
Formação contínua dos elos técnicos e produtivos, garantindo que todos falem a mesma língua quando o assunto é qualidade.
Neste cenário, o papel do laticínio não é mais o de auditor. É o de parceiro e referência técnica, que orienta, acompanha e garante que a qualidade não seja pontual, mas estrutural.
Laticínios que estruturam essa lógica não apenas atendem a norma. Eles constroem um ativo valioso, uma base produtora qualificada, estável e fiel.
Se a sua indústria quer dar o próximo passo, é hora de pensar além do laudo: entre em contato com a Cia do Leite e conheça nossas soluções para elevar a qualidade da sua base, de forma sustentável e duradoura.
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